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“Portuguesmente” pensando, um ilustre senhor de seu nome Afonso Henriques resolveu revoltar-se contra a sua mãe, dando início à formação desta grande nação Portuguesa.
Por muito que me custe admitir nunca se foi muito longe pensando “portuguesmente”, por isso não e de estranhar que um país que já foi um império se encontre no estado em que está. Um país que serviu de berço a Vasco da Gama, que descobriu caminho marítimo para a índia está agora apetrechado com meia dúzia de canoas a que chamamos navios de guerra e que nem com muito esforço fazem a viagem a Marrocos. Um país que teve cantoras como a Amália, conhecida mundialmente, tem como grandes músicos nacionais uns jovens que saíram de uma escola de teatro e que se limitam a dançar e saltar. Enfim um país em que o bom senso dá lugar ao “portuguesmente” pensado, em que não é beneficiado o bom cidadão que paga as suas dividas e cumpre as leis, mas por sua vez o amigo do conhecido que fura o sistema vivendo a sua vida calmamente e que deixa para os outros aquilo que lhe compete fazer.
Então e não tem acontecido nada de bom para o país nesta nossa triste actualidade portuguesa? Tem sim senhor, parece que os nossos irmãos espanhóis estão a investir em Portugal. Realmente não amor como o amor de irmão, primeiro andamos a bulha para termos este bocado de chão e agora se não fossem eles nem a porcaria de uma estância turística como deve ser tínhamos. Coitado do irmão rebelde que mandou a mãe para a terra dos pais, deve ter dado com cada volta no tumulo…
Bem isto não há de ser nada, pois "portuguesmente" pensado estará cá sempre alguém que faça isto ir para a frente e se não tiver, pelo andar da carruagem qualquer dia somos espanhóis outra vez e pode ser que isto melhor, ou não…
. Alcoolémia vs Sinistralid...